terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Gastar o presente ou preservar o futuro ?
Altemir C. Farinhas
O consumidor compulsivo não sabe o significado das palavras esperar, amanhã ou futuro. A satisfação que ele sente em gastar é uma droga que domina completamente sua mente. Não deixa para depois; tem de ser agora. Também não importa o valor da compra, pois o prazer está em comprar. O problema está na quantidade de compras, os gastos que excedem seu orçamento.
Ao ser entrevistada para a TV Educativa, uma mulher fez o seguinte comentário: “Assim que recebo meu salário, gasto tudo; eu não consigo poupar!” Com este comentário, ela demonstra sua falta de planejamento e reconhece que deve poupar. Uma pessoa assim é isca fácil para anúncios de promoções, prestações, financiamentos, cartões, qualquer meio que lhe proporcione conjugar o verbo comprar.
Hoje já sabemos que existem certos distúrbios de personalidade que fazem com que as pessoas desejem uma gratificação imediata para seus desejos, mas evitam o esforço para atingir seu objetivo. Então, fica fácil lançar mão de cartão de crédito, cheque pré-datado ou empréstimos.
O compulsivo está absorvido por si mesmo. É uma doença, uma compensação. Ele gosta de se dar presentes e cai várias vezes no mesmo erro. Quando questionado sobre sua conduta, as respostas são absurdas e fora de propósito: “Foi uma pechincha”; “Eu mereço”; “Trabalho tanto”.
Se a pessoa conseguir perceber sua própria realidade, deve procurar ajuda. Familiares e amigos devem ter responsabilidade sobre sua vida, não pagando suas contas, mas trabalhando na conscientização da necessidade de controle. Se for necessário, conte com a ajuda de um profissional.
“Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça. E, acercando-se dele os discípulos, disseram-lhe: Por que lhes falas por parábolas? Ele, respondendo, disse-lhes: Por que a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado; porque àquele que tem se dará, e terá em abundância; mas aquele que não tem até aquilo que tem lhe será tirado” (Mateus 13:9-12).
* Este artigo teve como ponto de partida a matéria "Os riscos do consumo compulsivo", de Maria Inês Dolci (Folha On-Line, 09/02/2008).
O consumidor compulsivo não sabe o significado das palavras esperar, amanhã ou futuro. A satisfação que ele sente em gastar é uma droga que domina completamente sua mente. Não deixa para depois; tem de ser agora. Também não importa o valor da compra, pois o prazer está em comprar. O problema está na quantidade de compras, os gastos que excedem seu orçamento.
Ao ser entrevistada para a TV Educativa, uma mulher fez o seguinte comentário: “Assim que recebo meu salário, gasto tudo; eu não consigo poupar!” Com este comentário, ela demonstra sua falta de planejamento e reconhece que deve poupar. Uma pessoa assim é isca fácil para anúncios de promoções, prestações, financiamentos, cartões, qualquer meio que lhe proporcione conjugar o verbo comprar.
Hoje já sabemos que existem certos distúrbios de personalidade que fazem com que as pessoas desejem uma gratificação imediata para seus desejos, mas evitam o esforço para atingir seu objetivo. Então, fica fácil lançar mão de cartão de crédito, cheque pré-datado ou empréstimos.
O compulsivo está absorvido por si mesmo. É uma doença, uma compensação. Ele gosta de se dar presentes e cai várias vezes no mesmo erro. Quando questionado sobre sua conduta, as respostas são absurdas e fora de propósito: “Foi uma pechincha”; “Eu mereço”; “Trabalho tanto”.
Se a pessoa conseguir perceber sua própria realidade, deve procurar ajuda. Familiares e amigos devem ter responsabilidade sobre sua vida, não pagando suas contas, mas trabalhando na conscientização da necessidade de controle. Se for necessário, conte com a ajuda de um profissional.
“Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça. E, acercando-se dele os discípulos, disseram-lhe: Por que lhes falas por parábolas? Ele, respondendo, disse-lhes: Por que a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado; porque àquele que tem se dará, e terá em abundância; mas aquele que não tem até aquilo que tem lhe será tirado” (Mateus 13:9-12).
* Este artigo teve como ponto de partida a matéria "Os riscos do consumo compulsivo", de Maria Inês Dolci (Folha On-Line, 09/02/2008).
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