segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

REVISTA ASSEMBLÉIA EM FOCO

Edição nº 03 - Dezembro 2008



A REVISTA ASSEMBLÉIA EM FOCO enfatiza nessa edição :

A maior festa do mundo, o nascimento do Menino mais importante, JESUS ! ! !

e muito mais ...

ÓTIMA LEITURA . . .

* A Revista Assembéia em Foco é publicada pela Igreja Assembéia de Deus - Ministério Madureira ( Pastor Presidente : Eliseu Virgínio da Silva ) em Santa Bárbara d´Oeste - SP

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UMA MULTIDÃO de PEDIDOS

Cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova dentro de mim um espírito estável. Não me expulses da tua presença, nem tires de mim o teu Santo Espírito. (Sl 51.10,11.)

Quando a alma está abatida, quando a tristeza se instala no íntimo, quando o peso do pecado é insuportável, quando a confusão toma conta da mente, quando todos os recursos próprios vão por água abaixo, quando só resta a misericórdia divina — então o aflito derrama uma multidão de súplicas diante do trono de Deus. Foi o que aconteceu com Davi, depois do adultério e do assassinato do marido traído. Ele precisava de perdão e de purificação, e de muito mais. No início do Salmo 51, Davi pede encarecidamente que Deus o perdoe e o purifique, mas não fica só com esses pedidos. Em seguida, ele estende diante do Senhor cada uma de suas urgen tes necessidades: “Faze-me ouvir de novo júbilo e alegria”; “cria em mim um coração puro”; “renova dentro de mim um espírito estável”; “não me expulses da tua presença”; “nem tires de mim o teu Santo Espírito”; “devolve-me a alegria da tua salvação”; “sustenta-me com um espírito pronto a obedecer”; “dá palavras aos meus lábios”. Perdão e purificação são bênçãos indispensáveis, porém acidentais. Elas se tornam necessárias depois de alguma rebelião contra Deus. As outras bênçãos são o pão nosso de cada dia — medidas preventivas para evitar ou tornar mais difíceis outros escorregões. Para não voltar a adulterar nem a assassinar os maridos traídos, precisamos de alegria interior, de coração puro, de renovação, de sustento e da presença contínua do Espírito dentro de nosso ser!

Retirado de Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos (Editora Ultimato, 2006).

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O REFÚGIO SECRETO

Tu, ó Deus, és o meu alto refúgio. (Sl 59.9.)

O refúgio não é o porão ou o sótão de uma casa, não é aquele quarto sem porta e sem janela escondido atrás de uma estante, não é uma redoma de vidro inquebrável, não é uma caverna à beira do mar, não é o cume da montanha mais alta nem o mais profundo abismo, não é o abrigo subterrâneo em tempos de guerra. Para o salmista, o refúgio é o Senhor: “Ó Deus, és o meu alto refúgio” (Sl 59.9). Chama-se de refúgio secreto porque não é um lugar físico. É um refúgio baseado no relacionamento da criação com o Criador, do visível com o Invisível, do pecador com o Santo, do perdoado com o Perdoador. Um refúgio subjetivo, pessoal e intransferível. “Como é feliz o homem que nele se refugia!”, exclama o salmista. E depois acrescenta: “Ninguém que nele se refugia será condenado” (Sl 34.8, 22). A vida vitoriosa, sem altos e baixos em demasia, sem desvios e escândalos, sem legalismo e permissividade, depende do refúgio secreto. É ali que a alma bebe da água viva e se alimenta do pão do céu, é ali que ela se reabastece numa seqüência perfeita depois de qualquer esforço e de qualquer diminuição, é ali que ela aprende a não ter medo.

Retirado de Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos (Editora Ultimato, 2006).

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CASTELO FORTE

Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade. (Sl 46.1.)
É muito gostoso ler o testemunho de confiança em Deus do salmista. É muito bonito recitar de cor o testemunho de confiança em Deus do salmista. É muito saudável apropriar-se do testemunho de confiança em Deus do salmista. Todavia, é preciso investigar a fundo se estamos prontos a personalizar o testemunho de confiança em Deus do salmista. Em vez de declarar que não temeremos “ainda que a terra trema” e que “os montes afundem no coração do mar”, deveríamos deixar bem claro que não temeremos ainda que nossos sonhos e planos afundem no coração do mar, ainda que nossa segurança financeira desabe de uma hora para outra, ainda que venhamos a ser surpreendidos por um câncer no cérebro, ainda que um filho morra num acidente de trânsito. Parece que é mais fácil recitar o Salmo 46, que impulsionou Martinho Lutero a compor o famoso Castelo Forte é Nosso Deus, do que enfrentar com coragem os dissabores e os imprevistos da vida. Contudo, podemos ir avançando aos poucos na conquista de uma confiança cada vez maior, cada vez mais ousada, cada vez mais consciente. Até o ponto de orar como Habacuque orou: “Mesmo não florescendo a figueira, e não havendo uvas nas videiras, mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos, ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação” (Hc 3.17,18).
Fonte : Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos (Editora Ultimato, 2006).
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DE GERAÇÃO em GERAÇÃO

[Observem tudo] para que vocês falem à próxima geração que este Deus é o nosso Deus para todo o sempre. (Sl 48.13,14.)


Há muito o que falar a respeito de Deus à próxima geração. Basta abrir os olhos e percorrer com eles tudo o que está acima de nós, diante de nós e abaixo de nós. É uma imensidão enorme, uma beleza enorme e uma riqueza enorme. Tudo é do Senhor, tudo foi feito por ele, tudo é sustentado por ele. Há muito o que falar a respeito de Deus à próxima geração. Basta abrir a memória e contar a história do povo eleito no Antigo Testamento e no Novo Testamento e a nossa própria história. Tudo veio de Deus e tudo volta para ele. Ele é o centro de tudo e de todos. Há muito o que falar a respeito de Deus à próxima geração. Basta abrir o coração e enumerar quantas vezes nós pecamos e sofremos as conseqüências, quantas vezes nós confessamos e fomos perdoados, quantas vezes nós choramos e nossas lágrimas foram enxugadas, quantas vezes ficamos abatidos e ele nos levantou o ânimo, quantas vezes perdemos a direção e ele nos pôs outra vez no caminho. Carregamos uma grande e preciosa bagagem, em parte recebida da geração anterior, em parte adquirida por nós mesmos no correr dos anos. Precisamos repassar todo esse patrimônio para a geração seguinte. Não começamos do zero e os nossos filhos precisam receber uma herança maior do que a nossa. Precisamos perpetuar a lembrança de Deus por todas as gerações (Sl 45.17) — para a geração seguinte (nossos filhos), para a segunda geração (nossos netos), para a terceira geração (nossos bisnetos) e assim por diante (Sl 78.5,6).
Retirado de Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos (Editora Ultimato, 2006).
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CULPA ou CASTIGO

Fiz o que tu reprovas, de modo que justa é a tua sentença e tens razão em condenar-me. (Sl 51.4.)

Quanto mais depressa o pecador descobre que é pecador, melhor será para ele. Quanto mais depressa ele pára de mentir para ele mesmo a esse respeito, melhor para ele. Quanto a esse assunto não se pode perder tempo nem dividir a culpa com outras pessoas. Nesse sentido, o Salmo 51 é notável. Talvez seja a mais bem redigida e mais humilde confissão de pecado. O salmista reconhece as suas transgressões e declara que Deus tem todo o direito de condená-lo: “Fiz o que reprovas, de modo que justa é a tua sentença e tens razão em condenar-me” (v. 4). Em outras palavras, Davi aceita não apenas a culpa, mas também o castigo. Afinal, ele tomou para si a mulher do outro e ainda tramou a morte do marido dela. Se admitir o fardo da culpa já é uma extraordinária vitória, quanto mais é admitir as duas tragédias ao mesmo tempo. Comportamento semelhante ao de Davi foi a confissão do filho pródigo. Depois de ter vivido como um imbecil jogando fora todos os seus bens e todos os seus sonhos, o rapaz voltou ao sítio do pai para confessar seu pecado (“Pai, pequei contra o céu e contra ti”) e para admitir a perda de regalias (“Não sou mais digno de ser chamado teu filho”). Uma confissão desse porte redunda sempre em restauração (Lc 15.17-24).
Retirado de Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos (Editora Ultimato, 2006).
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DEUS e o SIMPLES MORTAL
Em Deus eu confio, e não temerei. Que poderá fazer-me o simples mortal? (Sl 56.4.)
Há situações realmente difíceis. Não é necessário negar nem ampliar nem eternizar. Elas são ocasionais, temporárias e especiais. Têm começo e fim. O desafio é saber lidar com essas situações de modo sábio e correto. No Salmo 56, Davi descreve a sua situação: “Os homens me pressionam, me atacam, me oprimem, me vigiam, me prejudicam, conspiram contra mim e têm esperança de tirar-me a vida” (vv. 1-6). Eles agem assim “sem parar”, “o tempo todo” e “arrogantemente”. Nessa época, Davi era muito jovem e estava fora do país porque Saul o queria matar. O homem que derrubara Golias e que tinha o aplauso de toda a nação agora vivia no meio dos estrangeiros que detestavam Israel. Foi nessa difícil situação que o salmista declarou: “Quando eu estiver com medo, confiarei em ti” (v. 3). Que ele se portou dessa maneira, o poema não deixa a menor dúvida. Uma vez Davi usa o verbo confiar no futuro (“confiarei”) e três vezes, no presente: “Em Deus eu confio” (vv. 4, 10,11). Não se trata de um exercício mental pelo qual se fazem repetidas declarações de confiança. É antes um exercício espiritual que consiste em repetidos esforços para não tirar a confiança posta em Deus, mas consolidá-la e ampliá-la cada vez mais. Daí o raciocínio do salmista: “Em Deus eu confio e não temerei. Que poderá fazer-me o simples mortal?” (v. 4).
Retirado de Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos (Editora Ultimato, 2006).
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NO CIVIL de LEÕES
Estou em meio a leões, ávidos para devorar. (Sl 57.4.)
O leão pode ter três metros do nariz à ponta da cauda. Pode pesar 230 quilos. Pode agarrar e derrubar animais de grande porte, como zebras, búfalos e javalis. Seus quatro dentes caninos são enormes e pontudos e servem para prender a presa, matá-la e dilacerá-la. Numa só refeição, o animal pode comer 35 quilos de carne. Mesmo quando adestrado desde tenra idade e retirado de seu habitat, o leão nunca é completamente domado. Antes da caça indiscriminada, os leões eram mais abundantes na Ásia. O leão asiático, o que vale dizer, o leão bíblico, tinha a fama de ser o mais perigoso. Mais de cem passagens do Antigo Testamento mencionam a figura do leão. Os heróis bíblicos Sansão (Jz 14.5), Davi (1 Sm 17.34-37) e Benaia (2 Sm 23.20) mataram leões. Daniel foi lançado na cova dos leões por ordem do rei Dario, mas sobreviveu (Dn 6.16-23). Dois outros personagens, porém, foram dilacerados por leões (1 Rs 13.24; 20.36). A situação mencionada pelo salmista é realmente perigosa: “Estou em meio a leões, ávidos para devorar; seus dentes são lanças e flechas, suas línguas são espadas afiadas” (Sl 57.4). Mas, naturalmente, ele não está se referindo aos leões das selvas nem dos circos. Certamente o salmista está chamando de leões os inimigos da fé, os inimigos da ética, os inimigos da esperança. O Diabo, por exemplo, anda ao redor de nós como leão, “rugindo e procurando a quem possa devorar” (1 Pe 5.8). Todos nós vivemos em meio a “leões” ávidos para devorar. Os heróis da fé são aqueles que fecham a boca dos leões (Hb 11.33), graças ao poder e à soberania daquele que é “o Leão da tribo de Judá”, o Senhor Jesus Cristo (Ap 5.5)!
Retirado de Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos (Editora Ultimato, 2006).
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domingo, 21 de dezembro de 2008

O Personagem Central do Natal‏ ...

Na próxima 5.ª Feira celebrar-se-á o Natal em muitas partes do mundo (e nós não estaremos a trabalhar!). Queria propor que avaliássemos esse dia especial antes da sua chegada. Para alguns, Natal é acompanhado por tradições importantes: comidas, decorações especiais, troca de presentes, festas e reuniões de família. Essas tradições diferem de uma parte do mundo para outra.

O grande ícone do Natal – o Pai Natal – é conhecido como "Santa Claus" nos Estados Unidos, "Kris Kringle" em outras partes do mundo de língua inglesa, passando por "Father Christmas", "Saint Nick", "Babbo Natale" (Itália), "Mikulas" (Hungria), "Pére Noël" (França), "Sinterklas" (Indonésia), "Joulupuki" (Finlândia), "Pelznickel" (Alemanha), "Papa Noel" (vários países de língua espanhola), "Hagios Nikolaos" (Grécia), "Hoteisho" (Japão), "Dun Che Lao Ren" (China), "Kolyada" (Rússia), entre outros nomes. Independentemente de como é chamado, para muitos o Natal não seria Natal sem ele.

O interessante, entretanto, é que a figura mesmo central do Natal – Jesus Cristo – parece não ter lugar na festividade. Nos Estados Unidos, os funcionários de algumas lojas comerciais são instruídos a desejar apenas, “Boas Festas” e não “Feliz Natal”, temendo ofender as pessoas que não acreditam em Cristo. Politicamente correto? Certamente! Uma deturpada aplicação de “tolerância”? Parece ser este o caso.

Mas o facto é este: Sem Cristo não haveria Natal. Ele é a verdadeira razão dessa festa. Sem Ele o comércio precisaria de encontrar outra maneira de induzir o consumidor a aumentar os seus hábitos de compra e gastar dinheiro em actos extravagantes de generosidade para com outras pessoas. Porém, Natal sem Cristo, seria como negócios sem lucros, ou um executivo de vendas sem produto ou serviço para oferecer. Não teria sentido.Assim, ao prepararmo-nos para celebrar o Natal à nossa própria maneira, consideremos o que a Bíblia diz sobre Aquele em cujo Nome se comemora o Natal :

O Maior presente de todos. Qual foi o presente mais caro que já recebeu ou deu? A Bíblia ensina-nos que o maior presente de Deus foi também o Seu maior sacrifício. “Porque Deus amou tanto o mundo que deu o Seu filho Unigénito, para que todo o que n’Ele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio Dele” (João 3:16, 17).

Vida completa e realizada. A maioria de nós, especialmente na idade madura, procura sentido e sucesso na vida, através do trabalho, da família, realizações ou contribuição para a sociedade. Jesus prometeu vida recompensadora para todos quantos O seguirem: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente” (João 10:10).

Fonte para uma vida frutífera. Trabalhamos duro, devotando longas horas em buscas que têm pouco ou nenhum valor. “Qual a relevância disso?”, perguntamos. Como posso fazer algo que realmente faça diferença? Jesus assegurou aos Seus seguidores, que através da Sua direcção e capacitação, as suas vidas seriam profundamente frutíferas. “Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em Mim e Eu nele, esse dará muito fruto; pois sem Mim vocês não podem fazer coisa alguma” (João 15:5).

Caminho para um relacionamento com Deus. A grande maioria das pessoas é espiritualmente curiosa, tendo um profundo desejo – mesmo que não expresso – de ter um encontro com Deus, com o divino, “seja quem ou o que for”. Jesus Cristo prometeu proporcionar acesso a Deus a todos quantos O buscarem sinceramente. “Respondeu Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por Mim” (João 14:6).

Questões para Reflexão/Discussão1. Que significado tem para si a observância da quadra do Natal? Acha que tem algum significado espiritual ou considera ser apenas mais um dia livre na rotina do dia-a-dia?2. Quais os símbolos do Natal que considera ser de maior relevância? Em que género de tradições costuma envolver-se todos os anos, nesta quadra?3. Qual é a sua reacção perante a diferença significativa entre as seguintes saudações típicas desta época: “Feliz Natal” e “Boas Festas”? Acha isso uma questão importante? Comente as suas razões.4. No seu ponto de vista pessoal, qual é o papel que Jesus Cristo tem na celebração do Natal? Se acha que Ele não é para aqui chamado, comente as suas razões.

NOTA: Se possuir uma Bíblia e desejar aprofundar outras passagens sobre este assunto, consulte os seguintes exemplos: Lucas cap. 1 a 3; Romanos 3:23, 5:8, 6:23, 8:28-32

Texto de autoria de Robert J. Tamasy, vice-presidente de comunicações da Leaders Legacy, corporação beneficente com sede em Atlanta. Georgia, USA.

CASAMENTO : A GRANDE DECISÃO ...

Um capelão da Academia da Força Aérea dos Estados Unidos, em Colorado Springs, me fez uma pergunta muito estranha. Ele disse: “Então, David, você e a Becky resolveram não se divorciar?” Um pouco surpreso, respondi: “Bem, nós realmente nos amamos muito, estamos namorando há mais de três anos e iremos nos casar na próxima semana”.

“Sim, eu entendo, mas vocês dois decidiram não se divorciar ?”, ele insistiu. Eu devia estar com o olhar de interrogação quando disse: “Mas eu ainda não me casei!” Ele me explicou o quanto é importante tomar esta decisão. Optando por não se divorciar, mesmo antes do casamento, é um importante passo que será cumprido e assegurará o sucesso do matrimônio.Ele continuou me dizendo que quando esta decisão é tomada antes dos problemas aparecerem, o divórcio nunca será cogitado como uma solução para os conflitos do casamento. Eu nunca tinha conversado sobre esta questão com minha noiva Becky. “OK”, ele disse. “Amanhã, quando se encontrar com a Becky, fale com ela para que, juntos, tomem a decisão de não se divorciar. Ligue para mim quando fizerem isto.”

Com aquele compromisso em mente, viajei até o norte de Idaho e apresentei o conselho do capelão para Becky, que respondeu afirmativamente como eu. Conversamos bastante sobre a seriedade da decisão. Oramos juntos e assumimos um compromisso com Deus - e um com o outro - que nunca iríamos nos divorciar. Liguei para o capelão para confirmar a boa notícia. Foi o melhor e o mais curto conselho pré-nupcial que recebemos. Becky e eu temos compartilhado o mesmo conselho com milhares de casais nos últimos 29 anos.

“ Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, deixará o homem a seu pai e mãe [e unir-se-á a sua mulher], e, com sua mulher, serão os dois uma só carne. De modo que já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem.” (Marcos 10:6-9)

Por : David Grothe

FINANÇAS : TRISTEMUNHO ...

Como é ruim ouvir os TRISTEmunhos em nossas igrejas. Tudo pertence a Deus; nós somos apenas mordomos. Leia os seguintes depoimentos :

Testemunho do irmão Marcos (nome fictício) :“ Sou grato a Deus, pois o Senhor salvou minha vida. Eu não fiz o seguro da minha casa, e uma noite esqueci o ferro ligado em cima da cama; fiquei na sala vendo TV e acabei dormindo. Acordei com o barulho do telefone e a casa estava cheia de fumaça, o quarto pegando fogo. Saí correndo e graças a Deus nada me aconteceu”. (Fico feliz que Deus tenha salvado sua vida, mas Marcos não salvou a casa, que é de Deus.)

Testemunho da irmã Ana (nome fictício) :“ Há uma semana, tirei minha carteira de motorista e comprei um carro novo, financiado em 80 meses. Como a prestação comprometia grande parte do meu salário, resolvi não fazer seguro. Fui a uma festa de aniversário e estacionei o carro na rua; quando a festa terminou, andei em direção ao carro, mas ele não estava lá. Dei queixa na polícia, e lembro que orei bastante para eles acharem meu carro. O Senhor ouviu minha oração: em três dias, a polícia achou o carro em um desmanche. Estava destruído. Liguei para a financeira, mas eles disseram que nada poderiam fazer. Novamente, orei e pedi para Deus me ajudar. Uma semana depois, fiz um acordo com a financeira: meu carro foi leiloado e vendido como sucata. Com esse dinheiro, a financeira abateu 30% da minha dívida. Terei de pagar 80 prestações, mas graças a Deus o valor da prestação diminuiu.”(É bom saber que Ana não tenha sofrido nenhum acidente, e muito menos estava em seu carro no momento do furto.)

A Bíblia afirma claramente que Deus é o único dono de tudo. “Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam” (Salmo 24:1). Fonte: O Seu Dinheiro – Howard Dayton

Se Deus lhe fizesse as perguntas abaixo, qual seria sua resposta ?
- Você cuida bem da MINHA casa, faz manutenção e reformas ?

- A MINHA casa está segurada ?- O MEU carro está conservado ? Você faz as revisões ?

- MEU carro está segurado ?

Um mordomo fiel cuida, preserva e protege o que não lhe pertence.“Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei : entra no gozo do teu senhor” (Mateus 25:21).

Por : Altemir Carlos Farinhas

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

ATITUDE EMPREENDEDORA

Por Eduardo A. do Vale

“ Porém o SENHOR disse a Davi, meu pai : Porquanto propuseste no teu coração o edificar casa ao meu nome bem fizeste em o propor no teu coração ” 1 Rs 8:18

Palavras Chave : empreendedorismo, criatividade, motivação, trabalho, inovação, novas tecnologias e sustentabilidade.

A proposta é apresentar numa linguagem fácil e dinâmica à Luz da Palavra de Deus como desenvolver atitudes que permitam tomar decisões claras e objetivas no dia - a – dia.

Ótima leitura a todos ...

ATITUDE EMPREENDEDORA

Vivemos numa época em que está cada vez mais difícil, no desafio de permanecer ativo e competitivo “ Sabe, porém, isto : que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos ”. 2 Tm 3:1 . A cada dia que passa nos damos conta de que conciliar família, trabalho e negócios ficou ainda mais desafiador “ Portanto, o que for prudente guardará silêncio naquele tempo, porque o tempo será mau. ” Am 5:13, por isso, é preciso estar preparado para enfrentar as mais inesperadas situações que nos rodeiam. Portanto, faz - se necessário ter “ Atitude ”, e mais do que isso, ser “ Empreendedor ”, buscar na Palavra de Deus uma solução e também investir em conhecimento “ E prepara - te para amanhã, para que subas pela manhã ao monte Sinai, e ali põe - te diante de mim no cume do monte ”. Ex 34:2.

O VALOR DO TRABALHO tem origem desde o princípio. O próprio DEUS criador já sabia que seria necessário a atividade do trabalho, pois, após toda criação o PAI diz : “ Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para cultivar e o guardar ” Gn 2:15; ainda, “ E disse DEUS : Façamos o homem à nossa imagem e nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra ”. Gn 1:26; e mais, “ E todo homem hábil a quem o Senhor dera inteligência para saberem fazer todo obra ” Ex36:1-2; e também, “ No suor do teu rosto comerás o teu pão até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó, e em pó te tornarás ” Gn 3:19.

Tudo era simples, era necessário buscar meios de própria sobrevivência, com o passar dos tempos o indivíduo tinha necessidade de se desenvolver. O processo de transformação da realidade pautada na capacidade criativa de sobrevivência era marcada em cada acontecimento, mas sempre conduzida pela vontade do Senhor “ Falarás também a todos os que são sábios de coração, a quem eu tenho enchido do espírito de saberia ” Ex 28:3a. O primeiro acontecimento que caracteriza a atitude frente à realidade é quando Noé foi orientado pelo Senhor na construção da arca. “ Faze para ti uma arca da madeira gofer ( uma madeira macia, maleável, facilmente manejada ); farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume ” ( uma mistura sólida, pastosa ou mesmo líquida ) Gn 6:14. Os tempos foram se passando e quando o PAI enviou o Senhor Jesus, o povo vivia num mundo em que os negócios da época já estavam bastante adiantados, vários tipos de produtos, serviços etc... . A partir daí o conhecimento passou a crescer e grandes mudanças no meio do povo aconteciam. “ E Ele lhe disse : Ai de vós também, doutores as lei, que carregais os homens com cargas difíceis de transportar, e vós mesmos nem ainda com um dos vossos dedos tocais essa cargas ” Lc 11:46. O Senhor já havia revelado à Daniel que o conhecimento havia de multiplicar Dn 12:4, os dias tornariam - se ainda mais complexos e o homem teria que procurar soluções e maneiras diferentes de se relacionar e conviver em sociedade.

No decorrer dos séculos muitas mudanças ocorreram, hoje é preciso ser muito mais do que simplesmente pessoas que vivam seu próprio “ mundo ”, busca de repostas às suas necessidades. É preciso ter “ Atitude Empreendedora ”. Veja a evolução no decorrer do tempo :EVOLUÇÃO DOS SÉCULOS :
Quadro 1.1

* SÉCULO XVII
MUDANÇAS : Assumir riscos e empreendedorismo
ATITUDES : Indivíduos tinham relação com o governo para fornecer produtos ou serviços.

* SÉCULO XVIII
MUDANÇAS : Início da Revolução Industrial, desenvolvimento em nível tecnológico, conhecimento técnico e científico.
ATITUDES : A industrialização começou a avançar, o homem se deparava com nova forma de realizar suas atividades o que proporcionou uma série de invenções.

* SÉCULO XIX para Século XX
MUDANÇAS : Buscar de soluções, com foco na área econômica.
ATITUDES : Inúmeras atividades de pequenos negócios voltados para prestação de serviços e comércio em geral para complementação de renda familiar.

* SÉCULO 21
MUDANÇAS : Inovação aliada aos negócios com visão de Sustentabilidade.
ATITUDES : Não basta ter novas idéias, mas sim, ser visionário, somando com análises detalhadas de cenários , planejamento e capacidade de implementação, esses darão suporte ao sucesso.

Pode se notar que na bíblia há inúmeros exemplos de “ atitudes empreendedoras ” que transformavam situações de difícil saída em grandes realizações. Uma delas é a que está relatada em Lc 4:25 “ Em verdade vos digo que muitas viúvas existiam em Israel nos dias de Elias, quando o céu se cerrou por três anos e seis meses, de sorte que em toda a terra houve grande fome ”. O rei da Síria, Bem-Hadade ajuntou seu exército e subiu e cercou a Samaria, e acusou o Profeta da crise que havia na região. O profeta Eliseu colocou - se na posição de ir em busca de encontrar uma solução para que o povo não sofresse ainda mais, então buscou ao Senhor : “ E sucedeu que chegando eles Samaria, disse Eliseu : Ó Senhor abre a estes os olhos para que vejam. O Senhor lhes abrir os olhos, para que vissem, e eis que estavam no meio de Samaria ”. 2 Reis 6:20. O profeta disse que haveria abundância no outro dia, mas que o rei não comeria. É nos momentos de “ crise ” que sempre haverá pessoas com visão, que tenha um diferencial. Em samaria haviam quatro leprosos que estavam do lado de fora da cidade, e aqui tem um grande segredo, eles disseram “ vamos nós, pois, agora e passamos para o arraial dos sírios; se nos deixarem viver, viveremos, e se nos matarem, tão somente morreremos” 2 RS 7:4” , aqui eles nos ensinam que é preciso ter atitude, tentar mesmo que não dê certo, quando reagimos o Senhor age em nosso favor. Enquanto os quatro leprosos desciam, os sírios ouviam barulho de cavalos como de um exército, temeram e fugiram deixando tudo para trás, então e eles se fartaram. Aprende - se que temos que agir, mesmo que a situação seja adversa. O mais interessante é que o importante é recomeçar, corrigir os erros e seguir em frente, não se pode esperar por uma catástrofe, é preciso escrever a nossa própria história. “ Porque, quanto ao Senhor, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar – se forte para com aqueles cujo coração é totalmente perfeito para com ele” 2 CR 16:9a

O EMPREENDEDORISMO, começou a ser difundido em 1950, onde a criatividade era o centro das atenções, em 1970 surgiu nova palavra de ordem, a administração moderna; em 1985 o conceito de intra - empreendedor, indivíduo que se desenvolve dentro de uma organização; em 2000 a inovação é foco principal. Empreendedorismo é o principal fator promotor do desenvolvimento econômico de um país, é o processo de criar algo diferente e com valor percebido, dedicar tempo, esforços e assumir riscos calculados.
A essência do empreendedorismo é pautada nas mais claras formas de extração do aproveitamento das novas oportunidades no âmbito dos negócios, administração do uso dos recursos tradicional às novas combinações.

O “ SER ” EMPREENDEDOR teve origem no século XVIII, conhecido como “ inter – fazedor ”. Descrito como o elemento essencial capaz de analisar, propor e introduzir inovações que promovam soluções simples e que gerem riquezas. Veja suas principais Funções, Características e Habilidades :

Quadro 2.1

> Principais Funções :
Gerir negócios, iniciar, coordenar, controlar e instituir maiores mudanças nos negócios da empresa, assumir riscos calculados

> Principais Características :
Inovação, liderança, autoconsciência, criatividade, tenacidade, capacidade de aprendizagem, flexibilidade, habilidade para conduzir situações e dinheiro como medida de desempenho

> Principais Habilidades

- Técnica – Ouvir diversidade de opiniões, busca de informações, liderar e trabalhar em equipe;

- Gerenciais - Domínio em áreas estratégicas em tomada de decisões, planejamento, administração, marketing, finanças, operacional, produção;

- Pessoais - Disciplina, ser inovador, ter ousadia, persistente, visionário, ter iniciativa, coragem, humildade e principalmente ter paixão pelo que faz.

O empreendedor do futuro não deve pensar tão somente no aspecto econômico e tecnológico, a nova geração está voltada para questões ambientais e que farão toda a diferença no futuro bem próximo, por isso, sustentabilidade é o caminho a ser trilhado por todos, onde os negócios serão impactados por essa necessidade imediata, então se fará necessário desenvolver modelo de negócios comprometidos com utilização consciente dos recursos naturais disponíveis.

** Esta matéria está disponível também na Revista Assembléia em Foco ( Dez 2008 Jan 2009 )

Quero aproveitar a oportunidade e desejar a todos um excelente Final de Ano e que 2009 seja marcado pro realizações, conquista, sucessos e principalmente que o Senhor continue sempre vos abençoando em tudo o que lhes é proposto !

Saudações Empreendedoras ! ! !



Eduardo A. do Vale – Membro da Assembléia de Deus - Ministério Madureira em Santa Bárbara d´ Oeste – SP ( Pr. Pres. Eliseu V. da Silva ); Gestor de Negócios; Graduando em Engenharia de Produção ( Unimep ); Representante da Revista Lar Cristão; Líder de Treinamento Ministério Crown de Finanças da UDF – Universidade da Família; Consultor de Negócios – Aion Consultoria Empresarial; Sócio da Adhonep – Associação de Homens de Negócio do Evangelho Pleno; Membro Associado da AEMP – Academia de Empreendedores & Instituto Eckart de Desenvolvimento Humano e Organizacional que promove palestras gratuitas com transmissão gratuita ao vivo via internet.
CONTATOS :
skype : apoiocrsitao

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Gastar o presente ou preservar o futuro ?

Altemir C. Farinhas

O consumidor compulsivo não sabe o significado das palavras esperar, amanhã ou futuro. A satisfação que ele sente em gastar é uma droga que domina completamente sua mente. Não deixa para depois; tem de ser agora. Também não importa o valor da compra, pois o prazer está em comprar. O problema está na quantidade de compras, os gastos que excedem seu orçamento.

Ao ser entrevistada para a TV Educativa, uma mulher fez o seguinte comentário: “Assim que recebo meu salário, gasto tudo; eu não consigo poupar!” Com este comentário, ela demonstra sua falta de planejamento e reconhece que deve poupar. Uma pessoa assim é isca fácil para anúncios de promoções, prestações, financiamentos, cartões, qualquer meio que lhe proporcione conjugar o verbo comprar.

Hoje já sabemos que existem certos distúrbios de personalidade que fazem com que as pessoas desejem uma gratificação imediata para seus desejos, mas evitam o esforço para atingir seu objetivo. Então, fica fácil lançar mão de cartão de crédito, cheque pré-datado ou empréstimos.

O compulsivo está absorvido por si mesmo. É uma doença, uma compensação. Ele gosta de se dar presentes e cai várias vezes no mesmo erro. Quando questionado sobre sua conduta, as respostas são absurdas e fora de propósito: “Foi uma pechincha”; “Eu mereço”; “Trabalho tanto”.

Se a pessoa conseguir perceber sua própria realidade, deve procurar ajuda. Familiares e amigos devem ter responsabilidade sobre sua vida, não pagando suas contas, mas trabalhando na conscientização da necessidade de controle. Se for necessário, conte com a ajuda de um profissional.

“Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça. E, acercando-se dele os discípulos, disseram-lhe: Por que lhes falas por parábolas? Ele, respondendo, disse-lhes: Por que a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado; porque àquele que tem se dará, e terá em abundância; mas aquele que não tem até aquilo que tem lhe será tirado” (Mateus 13:9-12).

* Este artigo teve como ponto de partida a matéria "Os riscos do consumo compulsivo", de Maria Inês Dolci (Folha On-Line, 09/02/2008).

Alegria num Mundo Marcado pela Tristeza ...

Por Robert J. Tamasy

Nesta época do ano, ouvem-se canções de natal por todos os lados e uma das favoritas e mais tradicionais é “Joy to the World” (Alegria para o Mundo). Mas, paradoxalmente durante este período de festas, muitas pessoas experimentam pouca ou quase nenhuma alegria. Raiva, frustração e depressão – nalguns casos, até mesmo desejos suicidas – impedem que as suas mentes tenham espaço para pensamentos de boa vontade e amor fraternal.

As razões podem ser pessoais, como reveses profissionais, lutas financeiras, dificuldades na família, doenças, ou mais amplas como preocupações com incertezas na economia, notícias sobre desastres naturais, ou ameaças do terrorismo global que permeiam a consciência colectiva. Como sentir alegria diante desta realidade?

O segredo está em reconhecer a diferença entre alegria e felicidade. A felicidade é um sub produto de “acontecimentos” externos. Eu sinto-me feliz se recebo um aumento de salário ou se sou promovido; se alguém me oferece bilhete para assistir ao jogo do meu clube favorito; se o meu filho conclui com êxito uma etapa do seu desenvolvimento; ou simplesmente se está um lindo dia de sol. Entretanto, se o aumento ou a promoção não acontecem, se o meu clube perde um jogo importante, se o meu filho apresenta problemas, ou chove no dia em que planeei actividades ao ar livre, a minha “felicidade” desaparece instantaneamente.

A alegria, porém, vem de dentro. É a sensação de paz interior e bem-estar que as influências externas – boas ou más – não podem atingir. A alegria pode advir de um claro sentido de propósito, mesmo quando os planos são frustrados. É a confiança - não importa o que aconteça - que Deus está no controlo e vai trazer a solução que concorra para os Seus propósitos na nossa vida.

Sabendo que a canção “Joy to the World” se refere ao nascimento de Jesus Cristo, o Filho de Deus encarnado, vejamos o que a Bíblia diz sobre alegria:

Alegria de uma direcção clara e segura. O que devemos fazer? Para onde devemos ir? Fé e confiança em Deus podem proporcionar respostas no meio das incertezas: “Haveis de sair de lá com alegria e sereis conduzidos a casa com segurança...” (Isaías 55:12).

Alegria de ser amado incondicionalmente. Já se sentiu completamente aceite e amado sem reservas por alguém? Deus oferece isto – a Sua graça - a cada um de nós. “Eu tenho-vos amor como o Pai me tem amor a mim. Continuem sempre unidos no meu amor! Se obedecerem à minha doutrina, permanecem sempre unidos no meu amor. Eu também obedeço à vontade do Pai e nunca me afasto do seu amor. Falo-vos desta maneira para que se alegrem comigo e para que tenham uma alegria perfeita” (João 15:9-11).

Alegria de ver um resultado positivo surgir da dor e da angústia. Tempos difíceis nunca são agradáveis, mas ajudam a ter esperança em alegrias futuras. “Quando uma mulher está para dar à luz, sofre muito. Mas, logo que a criança acaba de nascer, esquece todas as dores e fica cheia de alegria por ter dado um novo ser ao mundo. Também vós agora estão tristes. Mas eu hei-de voltar a ver-vos. Nessa altura vão encher-se duma alegria tão grande que ninguém a pode tirar dos vossos corações” (João 16:21-22).

Alegria de colher os benefícios duma vida de desafios e provações. Saber que os desafios da vida podem enriquecer o nosso crescimento e o nosso desenvolvimento profissional, intelectual, emocional e espiritual, ajuda-nos a suportá-los. “Meus irmãos, devem sentir-se profundamente felizes ao terem de passar várias provações. Saibam que uma fé assim provada dá como fruto a paciência. E vocês devem ter muita paciência, para chegarem a ser completamente perfeitos, sem faltar nada” (Tiago 1:2-4).

Alegria da esperança na eternidade. Para onde irá quando morrer? A fé em Jesus Cristo oferece esperança – confiança, expectativa ansiosa – de vida após a morte. “Vocês têm amor a Jesus Cristo, apesar de não o terem visto, e crêem nele, mesmo sem o verem ainda. E isso dá-vos uma alegria tão grande e tão intensa que nem se consegue explicar porque atingem a finalidade da fé, que é a vossa salvação” (I Pedro 1:8, 9).

Texto de autoria de Robert J. Tamasy, vice-presidente de comunicações da Leaders Legacy, corporação beneficente com sede em Atlanta.

Dar um Salto de Fé num Mundo Instável ...

Rick Boxx

Imagine as suas mãos firmemente agarradas à haste do trapézio, enquanto olha de relance para o chão, 25 metros abaixo. Ao respirar fundo e lançar-se da plataforma do trapézio, está a expulsar toda a dúvida da sua mente - a dúvida se o seu parceiro de acrobacias estará preparado ou não, para o apanhar quando for necessário.
Balançando-se cada vez mais alto, vai chegar ao momento crucial duma decisão: soltar as mãos do trapézio, abdicando do controlo total sobre o resultado, ou continuar a segurar-se para voltar à plataforma e desapontamento do público e de toda a sua equipe acrobática?

Ao soltar as mãos, estará demonstrando inequivocamente a fé que tem no seu parceiro e que o seu sentido de oportunidade ao agarrá-lo será perfeito. As suas esperanças podem estar baseadas nas suas experiências passadas, mas este momento ainda está em questão.

Quando assisti à performance do Cirque du Soleil há algum tempo atrás, testemunhei esse cenário incrível desenrolando-se em poucos instantes. A fé exigida aos participantes e a precisão do controlo foram igualmente impressionantes.
O livro de Hebreus (11:1), na Bíblia, diz-nos: “A fé é a certeza de já se possuírem as coisas que se esperam e a garantia das coisas que não se vêem” Muitos de nós somos confrontados com decisões que exigem o exercício de uma certa medida de fé, mesmo que não seja exactamente voar num trapézio a 25 metros do solo. O foco da nossa fé pode estar em delegar num empregado algo que ele poderá ou não fazer tão bem quanto nós. Ou, quem sabe, envolver a construção ou compra de novas instalações para a sua empresa, sem que haja garantias de que as vendas serão vigorosas, o suficiente para cobrir os custos quando a obra estrutural estiver completa.

No mundo do trabalho e dos negócios, e mais do que nunca no século XXI, cada dia apresenta riscos que exigem um certo grau de fé. É claro, que poderia agarrar-se àquelas poucas coisas que parecem seguras, evitando incertezas, mas isso também poderia levá-lo ao desastre. Se evitar o risco, pode estar seguro por algum tempo, mas provavelmente vai deparar-se mais tarde com sérios contratempos. Dar um salto de fé, por outro lado, pode trazer grandes recompensas e um futuro brilhante. Grandes líderes, grandes empresas e grandes realizações resultam da disposição para agir com fé, às vezes mesmo quando os factos parecem contrários a decisões definitivas.

Se está a enfrentar um momento decisivo no seu empreendimento, profissão ou mesmo na sua vida, considere cuidadosamente do quê ou de quem depende a sua fé. E, então, esteja pronto para soltar a barra do “trapézio”, numa demonstração de confiança em quem está a depositar a sua fé.

É por esse motivo que milhões de pessoas — homens e mulheres — começam cada dia de trabalho com oração, expressando a sua fé em Deus, Aquele que conhece com toda a certeza as coisas pelas quais nós podemos apenas esperar, Aquele que claramente vê as coisas que nós não podemos ver. As orações dessas pessoas não reflectem fé naquilo que desejamos que seja verdade, mas sim confiança e segurança que o Deus que adoram e servem é fiel e atencioso, e guiará os seus pensamentos, palavras e acções.

Josué assumiu a corajosa tarefa de liderar dois milhões de pessoas depois da morte de Moisés. Se há alguém que já se sentiu desafiado pela confiança nas coisas que esperava e pela certeza daquilo que não podia ver, este alguém foi Josué. Deus, porém, repetidamente lhe disse: “Sê forte e corajoso”
Como poderia Josué fazer isso? Deus disse-lhe como: “Tem coragem e firmeza! Não tenhas medo nem desânimo, porque o Senhor, teu Deus, estará contigo por onde quer que andes” (Josué 1:9).

Questões para Reflexão/Discussão
1. No seu negócio ou carreira profissional, já alguma vez se sentiu como um trapezista a voar pelo ar na esperança que o seu sócio, colega, superior, empregado,… consiga agarrá-lo a tempo? Em caso afirmativo descreva a sua experiência.
2. Como vimos nesta “Reflexão da Semana”, Hebreus 11:1 descreve a fé como a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que ainda não vemos. Outra tradução diz: “o fundamento das coisas que se esperam e a evidência das que se não vêm”. Concorda com estas definições? Por palavras suas, o que é que a fé significa para si?
3. Já alguma vez encarou o seu dia a dia no trabalho como um acto de fé ou esta é uma perspectiva completamente nova para si? Comente.
4. Ao enfrentar o desconhecido e as incertezas do mercado de trabalho dos nossos dias, já descobriu o impacto da oração como recurso valioso para lidar com estas situações? Comente a sua resposta quer ela seja negativa ou positiva?
NOTA: Se possuir uma Bíblia e desejar aprofundar outras passagens sobre este assunto, consulte os seguintes exemplos: Mateus 6:28-34, 17:20, 21; Romanos 1:17, 10:17; Efésios 6:16; Hebreus 10:22, 23, 11:6.

Adaptado, sob permissão, de "Momentos de Integridade com Rick Boxx", um comentário semanal acerca da integridade no mundo dos negócios a partir da perspectiva cristã. Tradução de Mércia Padovani.

Planejar o Futuro, mas Vivendo o Presente ...




Por Robert Tamasy

Quando entrei para o mundo empresarial na década de 70, os executivos falavam em planear para os próximos 10 anos, às vezes até mais. Imaginavam onde estariam as suas empresas e organizações depois de uma década ou mais. Essas projecções de longo prazo, entretanto cessaram quando reconheceram o ritmo acelerado das mudanças. Eventos de um único dia poderiam virar tudo de pernas para o ar.

A tecnologia abriu esse caminho. Esperar dias pela chegada de documentos importantes pelo Correio tornou-se uma coisa obsoleta. O Correio Azul tornou-se o padrão. Os aparelhos de fax permitiram a distribuição instantânea de informações, antes de os e-mails os substituírem. Os computadores mudaram a forma de fazer negócios. Uma das maiores mudanças foi o revolucionar do quadro de pessoal, aumentando as exigências do trabalho individual e a aceleração do ritmo de produtividade. A globalização introduziu um novo conjunto de agentes de mudanças.

Da noite para o dia, os planos de longo prazo cuidadosamente arquitectados, tornaram-se ultrapassados, dando lugar a planeamentos revistos a cada três anos. Actualmente parece que planear para o período de um ano é encarado como especulação. Nunca sabemos de onde virá a próxima mudança importante do mercado ― e que impacto causará.
O mercado de acções no dia a dia, lembra-nos o risco que é atribuir mérito excessivo ao planeamento futuro. Já vimos o preço de acções subir por longos períodos e depois cair dramaticamente por algum súbito “ajuste” de mercado. A sabedoria tradicional diria: “Planeie o futuro por sua própria conta e risco”.

Não é minha intenção sugerir que planeamento não tem mérito. Antes pelo contrário, enfrentar o dia sem nenhum plano quanto à forma de usar o tempo, não faz sentido. É preciso planear antecipadamente as reuniões para a próxima semana, viagens para o mês que vem e a participação numa conferência no final do ano. O mesmo deve ser feito com os produtos e serviços que a nossa empresa oferece. Mas será que devemos continuar a fazer as coisas do mesmo modo? Será este o tempo certo para ajustes significativos para manter ou aumentar o market-share? Será que não é hora de seguir numa nova direcção?

Embora a metodologia tenha mudado, sempre há e haverá necessidade de planear. A Bíblia oferece uma visão preventiva sobre os prós e os contras do planejamento:

* Faça planos para o futuro sem sacrificar o presente. Temos a tendência de criar uma grande expectativa em relação ao que o futuro nos trará, mas cada novo dia oferece as suas próprias surpresas. Devemos estar preparados para lidar com elas, de modo adequado, ou as nossas expectativas poderão ficar comprometidas ou em risco. “Não te gabes do dia de amanhã, pois não sabes o que poderá acontecer hoje” (Provérbios 27:1).

* Não se preocupe demais com os planos futuros quando o presente já apresenta problemas suficientes. A maioria das coisas com as quais nos preocupamos jamais acontece. Gastamos desnecessariamente energia mental que seria melhor aproveitada se voltada para as necessidades do presente. “Portanto, não devem andar preocupados com o dia de amanhã, porque o dia de amanhã já terá as suas preocupações. Basta a cada dia o seu mal” (Mateus 6:34).

* Planeje levando em conta a influência divina. Planeamos como se tivéssemos total controlo sobre o resultado, mas são muitos os factores que podem mudá-lo. Para os que acreditam que Deus está intimamente envolvido com os assuntos da humanidade, a vontade Dele é o maior factor que deve ser levado em consideração. “O homem faz os seus planos, mas é o Senhor quem dirige a realização” (Provérbios 16:9).

Questões para Reflexão/Discussão
1. Que planeamento faz para o seu dia normal? Faz planos com grandes detalhes, determina em traços gerais o que pretende alcançar, ou escolhe não planear nada de nada, preferindo responder espontaneamente ao que possa surgir?
2. Se se envolve num planeamento de longo prazo, a que distância temporal planeia os seus projectos? Algumas semanas? Vários meses? Um ano? Três anos ou mais? Comente ou explique a sua resposta.
3. Dá consigo a fazer alarde dos objectivos a alcançar no futuro? Quais são os perigos quando os enaltecemos?
4. Quando dedica tempo para fazer planos, tem em conta a vontade ou os projectos que Deus pode ter para si? Se sim, então como é que esses projectos deverão ser postos em prática? Se não, explique porque é que ignora ou exclui Deus no seu processo pessoal de planeamento?
NOTA: Se possuir uma Bíblia e desejar aprofundar outras passagens sobre este assunto, consulte os seguintes exemplos: Provérbios 16:3, 33; Provérbios 19:21, 20:24, 21:30-31; Mateus 6:19-33

Texto da autoria de Robert J. Tamasy, vice-presidente de comunicações da Leaders Legacy, corporação beneficente com sede em Atlanta. Georgia, USA. Com mais de 30 anos de trabalho como jornalista, é co-autor e editor de nove livros.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

ADMINISTRACAO do TEMPO




“ Portanto, prestem atenção na sua maneira de viver. Não vivam como os desprovidos de conhecimento, mas como os sábios. Por isso administrem bem o tempo, aproveitando bem todas as oportunidades que vocês têm ... ”
Efésios 5 : 15 - 16 > Versão Contemporânea



Atualmente é um fato ouvirmos dentro das empresas, muitos afirmarem sentir que o tempo está passando muito rápido e que não conseguem mais realizar suas atividades dentro do tempo que dispõem. Uma pesquisa realizada no primeiro semestre desse ano, com funcionários e executivos em vários países, mostrou que a sensação de encurtamento do tempo é de 3 horas por dia. Há metodologias de administração do tempo, que devem ser utilizadas para diminuir o dispêndio de energia física e mental. A boa administração do tempo é o fator mais importante na realização de trabalhos e atividades a serem executadas, por isso, apresentamos algumas orientações de como administrar o tempo de forma eficaz e conseguir aumentar o seu desempenho profissional. Saiba, entretanto, que a principal ação a ser desenvolvida é a mudança comportamental, sendo assim, é necessário que você seja disciplinado e não desista, pois com certeza você em breve conquistará ótimos resultados para sua carreira ou para sua empresa!


Princípios básicos para a boa administração do tempo
§ Planejamento: toda hora aplicada em planejamento pode poupar de três a quatro horas na execução e produzindo resultados melhores.

§ Organização: organizar é um fator facilitador na execução das tarefas.

§ Comunicação: a linguagem simples e concisa assegura a compreensão e poupa o tempo com mal-entendidos.

§ Delegação: atribuir tarefas para outras pessoas e acompanhar os resultados são características da administração eficaz.

§ Tomada de Decisões: a análise de uma decisão tem que ser precisa e baseada em informações corretas, evitando desperdício de trabalho e tempo.

§ Concentração: não permita interferências desnecessárias durante a execução dos trabalhos e procure realizar uma atividade de cada vez.

Alguns conceitos errôneos na administração do tempo
§ Excesso de tempo em conversações
§ Consolidação insuficiente de conclusões
§ Sou o dono do meu tempo. Ele só depende de mim
§ O subordinado sempre pode me esperar
§ Nunca vou me tornar escravo do relógio
§ Não vejo diferença entre o urgente "para ontem" e o importante
§ Eu faço o tempo e os outros devem ajustar o seu tempo ao meu
§ Pela posição que ocupo, não preciso dar satisfação do meu tempo para ninguém

Algumas causas que geram desperdício de tempo
§ Falta de planejamento
§ Falta de informações ou recursos necessários
§ Má utilização dos recursos (telefone, fax, xerox, computador)
§ Falta de disciplina no cumprimento dos cronogramas
§ Menosprezo ou ênfase inadequada em certas atividades
§ Falta de especificações claras para a execução das tarefas
§ Indefinição de prioridades
§ Falta de compromisso com a empresa
§ Execução de serviço particular, em horário comercial
§ Falta de acompanhamento e cobrança de resultados
§ Excesso de reuniões e burocracia interna
§ Centralização de poder e falta de delegação
§ Resistências às mudanças
§ Incapacidade de dizer "não"

Algumas soluções práticas para economizar tempo
§ Seja organizado e planeje suas ações com antecedência
§ Estabeleça metas diárias, semanais, mensais e anuais
§ Programe suas tarefas e atividades em função dessas metas
§ Identifique as atividades que levem aos resultados e concentre-se nelas
§ Realize as ações em ordem de prioridade
§ Controle periodicamente as atividades realizadas e os resultados alcançados
§ Estabeleça data e hora para início e fim de cada atividade
§ Elimine desperdiçadores de tempo
§ Melhore continuamente suas rotinas e hábitos de trabalho
§ Utilize uma agenda e crie cronogramas para o controle das atividades
§ Crie e mantenha atualizada uma lista de tarefas

Algumas soluções para aumentar a produtividade das reuniões
§ Convoque uma reunião somente quando for totalmente indispensável
§ Devem participar somente as pessoas às quais o assunto interessa
§ Estabeleça antecipadamente os objetivos a serem alcançados
§ Elabore uma pauta, fixando um tempo para cada assunto
§ Não castigue os pontuais, premiando os atrasados
§ Designe um participante para secretariar a reunião
§ Mantenha o rumo da discussão
§ Sintetize as conclusões



Samuel Fachini é administrador e consultor empresarial, com mais de 20 anos de experiência em empresas de vários segmentos, entre elas a HP, 3M e Degussa. Atualmente é proprietário da empresa Aion Consultoria Empresarial, especializada em consultoria e assessoria nas áreas de gestão administrativa, qualidade, marketing, responsabilidade social e assessoria jurídica.